www.bianca.pt – A Bianca está a braços com 40 cachorros até aos 4 meses!!!

02 de Maio 2009 FEIRA DE ADOPÇÃO

No próximo sábado, dia 2/05, a Bianca vai organisar uma Feira de Adopção na Carrasqueira, junto à EN 378, ao lado do Pingo Doce e em frente ao SuperSol, das 11h às 17h.

Lembramos que os nossos animais têm microchip de identificação e é necessário o preenchimento de um “Contrato de Adopção de Animal de Companhia”.

Ajude-nos com ração e medicamentos. Os mais urgentes são: Amoxicilina + Ácido Clavulânico (genérico do Clavamox) , Actidox, Vibramicina, Doxiciclina, baytril, Alsir, Neurobion, medicamentos para o coração, Fortekor e Enalapril , Lasix, Legalon, Flutamida, Cálcio, Ferro, Tagamet.

Precisamos tambem de mantas, toalhas, coleiras, trelas, correntes, destorcedores e mosquetões (elos de ligação) e de chapéus de sol grandes e bases.

Se não puder adoptar, apadrinhe um animal. Vai ver, vale a pena.

Massagem Ayurvedica com Pedras Quentes

Pedras quentes

Esta massagem é usada para activar a cura e longevidade, libertando as tensões e reparando a circulação do Prana (Energia Vital) no corpo. Estimula o sistema circulatório, ajuda a libertar toxinas, induz a um profundo relaxamento aliviando dores e espasmos musculares.
A sessão é composta por uma massagem profunda com óleos vegetais Ayurvédicos e com

 aplicação de pedras quentes naturais basálticas de diferentes tamanhos para os pontos energéticos no corpo.

 

Duração: cerca de 1h20 mins

Horário: Segunda, Terça, Quinta e Sexta às 19:30h – Sábados das 10h às 14h – das 15h às 17h

Preço: contacte sinda.silva@gmail.com ou Centro de Yoga de Queluz

 

 

Venha experimentar…


O alho um dos maiores amigos da nossa saúde

História: Originário da Ásia, o alho cresce no sul da Europa e na zona do Mediterrâneo, e foi sem dúvida uma das principais plantas medicinais conhecidas e cultivadas desde a Antiguidade. Entre os tesouros descobertos no túmulo de jovem Tutankhamon, faraó do Egipto por volta de 1343 a.C., foi encontrado alho. Não se sabe por que caminho o alho chegou ao Egipto, mas segundo fontes históricas, os operários que construiram as pirâmides recebiam uma parte do seu salário em alho, bem como uma ração diária desta planta, a fim de melhorar a sua resistência física às doençaas e às epidemias. E por mais extraordinário que possa parecer, a primeira greve de que há memória ocorreu no Egipto em 1165 a.C., durante o reinado de Ramsés III, e teve exactamente como origem… o alho!
Segundo parece, os Hebreus que viveram no Egipto apreciavam bastante o alho, e quando do Êxodo recordavam com muita saudade os pratos de peixe, temperados com alho e cebola, que aí lhes eram servidos. Algumas centenas de anos mais tarde, cabe à Grécia clássica fazer uso do alho como fortificante para os seus atletas. Ainda mais tarde, vamos encontrar na antiga Roma a prescrição do alho como vermifuge e também como revigorante para os militares em campanha.
Durante a terrível epidemia de peste que assolou Marselha na Idade-Média, conta-se que três ladrões, que tinham sido condenados a retirar das ruas os cadáveres dos mortos com a peste, continuavam de saúde apesar dos perigos de contaminação. As autoridades da cidade prometeram-lhes a liberdade se eles revelassem qual era o segredo. Era simplesmente que eles bebiam todas as noites uma poção de alho para se precaverem contra a peste.
Ao longo dos séculos, o alho tem sido considerado o remédio-rei contra uma grande parte das doenças, e de novo durante a peste que atingiu os bairros pobres de Londres, no século XVIII, os padres franceses que prestaram auxílio não foram contaminados porque consumiam alho diariamente. Também durante a Segunda Guerra mundial, o alho era utilizado nos pensos com que os médicos cobriam as feridas, a fim deevitar a gangrena: além das suas propriedades protectoras a nível cárdio-vascular, é igualmente um poderoso agente anti-infeccioso.
Utilizações: Não é preciso fazer a apresentação do alho como condimento por excelência: a cozinha dos países mediterrânicos utiliza-a desde sempre, e não será por acaso que nestes mesmos países a percentagem de pessoas sofrendo de doenças do coração é tão inferior em relação à dos países que não utilizam tradicionalmente o alho. A parte utilizada é o bolbo.
Há quem perfume o vinagre com alho, e também se usa alho para temperar a manteiga. Na China, prepara-se mesmo um mel perfumado a alho. Claro que “não há bonito sem senão”, o grande defeito do alho é – todos sabemos – deixar mau hálito, que contudo é eliminado comendo logo a seguir um pouco de salsa fresca ou mastigando grãos de café.
Cultivo: Planta anual, o alho aficiona os solos ricos e férteis e um bom lugar ao sol. No Outono, procede-se à plantação dos bulbilhos com as pontas para cima, sendo a recolha no Verão, logo a seguir à floração. A distância entre os bolbos deve ser de cerca de 15 cm.
As virtudes do alho: As virtudes medicinais provêm de uma substância particular chamada aliina e duma enzima, a aliinase. Quando se esmaga ou corta o alho, estas duas componentes entram em contacto e transformam-se na alicina, que é a responsável pelos efeitos terapéuticos do alho,… mas também pelo seu cheiro.
O alho impede o desenvolvimento de numerosos vírus e bactérias, e também de vermes intestinais. Contribui ainda para baixar o nível do (mau) colesterol e das gorduras no sangue e, em vários países, utiliza-se para tratar casos ligeiros de diabetes: constatou-se, com efeito, que o alho tanto pode ocasionar uma subida como uma descida do nível de açúcar no sangue, donde se depreende que pode ser um regularizador da insulina.
Além disto, o alho tem uma acção notável sobre o sistema imunitário, tendo-se verificado em certas regiões da China, onde se consome bastante alho, que se encontram muito menos casos de cancro, sobretudo o cancro do cólon, do que numa região vizinha onde praticamente não se come alho.
Deve fazer-se notar, contudo, que em doses massivas o alho pode provocar problemas de indigestão e, até, uma maior sensibilidade dos olhos à luz. Como para todas as coisas, “no meio termo é que está a virtude”!

*Texto retirado do site: Dulce Rodrigues

Sâmkhya e o Yoga

 

yoga
O Sâmkhya e o Yoga são Filosofias ( Darshana ou Ponto de Vista) nascidas no Oriente Asiático, cujas mais antigas raízes remontam pelo menos à civilização calcolítica do Vale do Indo (localizada em regiões que correspondem em parte ao actual Paquistão e Noroeste Indiano) e que se desenvolveram posteriormente em todo o território Indiano. Uma cuidada transmissão oral (e posteriormente escrita) de Mestres a discípulos permitiu que estes antigos conhecimentos sobre as realidades Humano-Cósmicas mais profundas chegassem até aos nossos dias.
A palavra Sāmkhya, vem da raiz Sanskrita Khyā, junto com o prefixo Sam, significando etimologicamente soma, cálculo, enumeração, de onde derivaram as ideias de exposição, análise, investigação, discriminação, discernimento.
É uma filosofia, desde tempos ancestrais indissoluvelmente ligada ao Yoga, que procura compreender a génese e o desenvolvimento Cosmológico e Humano, “enumerando” todos os seus componentes e princípios evolutivos.
A palavra Yoga (lê-se com as vogais fechadas, como em amor), vem da raiz Sanskrita Yuj, significando etimologicamente ligar, unir.
É uma filosofia que propõem aos seus praticantes uma forma de vida saudável e correcta, ensinando a explorar e desenvolver as capacidades físicas, energéticas, emocionais e mentais que todos possuímos. A ligação ancestral entre estas duas filosofias advém de o Yoga, com base na filosofia do Sāmkhya, ensinar de forma prática o caminho que o ser humano deve percorrer rumo à plenitude do seu ser.
Estas sabedorias ensinam-nos que o ser humano possui em si amplas capacidades, permanecendo muitas delas ignoradas ou pouco desenvolvidas.
Quando mergulhamos profundamente no Yoga descobrimos que temos dentro de nós tudo aquilo de que necessitamos para usufruir de uma vida feliz e plena.
Independentemente de modismos, aqueles que praticam com correcção, regularidade e entusiasmo descobrem que é possível ter uma vida intensa, cheia de vigor, e simultaneamente repleta de tranquilidade e equilíbrio.
Enquanto filosofia de vida prática, o Yoga desenvolve uma maior percepção e compreensão de nós próprios. Esse conhecimento permite-nos uma ligação mais consciente com tudo o que nos rodeia, despontando a necessidade de sermos cada vez mais solidários com os seres humanos e com todos os seres vivos.
A consciência ecológica e o interesse por uma sociedade fraterna e justa são altamente estimulados no Yoga através de técnicas específicas e comportamentos adequados.
Hoje em dia milhões de pessoas, homens, mulheres e crianças de todas as idades, descobriram já os benefícios desta disciplina. A esta crescente divulgação têm correspondido diversos estudos médicos e científicos que demonstram as suas extraordinárias virtudes na prevenção e manutenção da saúde física e psíquica.
É reconhecido que as práticas do Yoga agem de forma salutar sobre as diversas áreas do nosso corpo físico e psíquico, conduzindo ao seu desenvolvimento de forma que muitas vezes vai bem além do conceito comum de saúde física.
Embora os seus objectivos mais elevados transcendam em larga medida o bem-estar físico, estamos conscientes da importância de que esta área se reveste na vida de todos nós, pelo que enunciamos de forma sumária alguns dos benefícios que resultam de uma prática regular.
Trabalha o sistema muscular ao nível da tonicidade e da flexibilidade, preparando-o para suportar todas as actividades do dia a dia com vigor e energia. Actua sobre o sistema esquelético e articular, fortalecendo ou recuperando a resistência e mobilidade dessas estruturas essenciais para uma longa vida activa. Consolida e harmoniza o bom funcionamento de toda a rede do sistema nervoso, fundamental na acção de outros sistemas do organismo.
Ajuda a conter o stress e a ultrapassar sintomas depressivos bem como as perturbações do sono. Estimula a circulação sanguínea e linfática, permitindo simultaneamente uma excelente distribuição da energia pelo corpo e uma maior capacidade de eliminação das toxinas. Estimula as defesas do organismo e dá ao sistema imunitário capacidade para lutar eficazmente contra agressões externas.
Actua de forma intensa sobre os órgãos estimulando-os através de diversas práticas físicas e mentais a exercerem de forma generosa as suas funções, promovendo o reequilíbrio do seu funcionamento se por alguma razão estiverem afectados.
As técnicas respiratórias regulam o bom funcionamento das vias respiratórias, garantem a máxima absorção de oxigénio e recíproca expulsão de impurezas do organismo, proporcionando uma excelente distribuição dessa energia pelas células do organismo. Incrementa e regula a acção das glândulas endócrinas, responsáveis pelo crescimento saudável das crianças e jovens e pelo equilíbrio psico-físico de adultos e seniores.
Possibilita uma ligação extraordinária entre o corpo e a mente, permitindo dessa forma uma noção alargada das nossas necessidades físicas e emocionais. A aplicação de uma filosofia positiva na vida diária e a utilização de técnicas específicas que fazem parte do Yoga, estimula a alegria e o contentamento permitindo transpor dificuldades emocionais por vezes enraizadas há longos anos. Diminuem assim em grande medida muitas das principais dificuldades das nossas vidas (por vezes causadoras de perturbações físicas), que têm a sua origem precisamente nessa área.
Apesar dos extraordinários benefícios ao nível da saúde física e mental que ocorrem com a prática regular do Yoga, aqueles que dedicaram tempo suficiente a esta prática referem que estes não constituem senão pequenas migalhas no conjunto das transformações positivas que ocorreram na sua vida.
Ensina-nos sobretudo um conjunto de princípios de conduta ética, uma forma de estar na vida com qualidade, integridade e alegria. Aponta caminhos de liberdade disciplinada e atenta que culminam no objectivo que constitui também uma experiência final do Yoga – o Samādhi – Suprema Meditação.
A aplicação das disciplinas e técnicas do Yoga alargam cada vez mais a percepção consciente da grandiosidade do Ser e da ligação ao Cosmos de que fazemos parte, permite-nos discernir a nossa autêntica dimensão, feita de SER-CONSCIÊNCIA-FELICIDADE.

*Texto retirado do site : Centro de Yoga de Queluz

 

Óleos usados na massagem

Ayurveda
A realização da massagem poderá ser utilizado diverso tipos de óleos vegetais, como por exemplo, o óleo de mostarda, de Jasmim, Sésamo, Coco, amêndoas, germe de trigo, neem, ghee.

Óleo de Mostarda – É um óleo muito popular em toda a Índia, pois é utilizado tanto na culinária como na medicina ayurveda. Alivia dores musculares e diminui kapha no organismo. Aumenta o calor corporal, e em caso de dores articulares e reumatismo, a associação do óleo de mostarda com á cânfora traz bons resultados. É estimulante, alivia congestão e a lentidão corporal.

Óleo de Gergelim (Sésamo) – É um dos óleos mais populares do Oriente, muitas vezes é utilizado como formulação de óleos medicinais. Ele é indicado para os Vata, aumentando o Pitta e para os Kaphas poderá ser utilizado em uso moderado. Muito utilizado para alterações do sistema nervoso, inchaços, pele seca (aumento de vata), nutrição dos cabelos e reumatismo. É tônico nutritivo, emoliente, rejuvenescedor. Utilizar o óleo de gergelim nos pés acoplado a uma massagem antes de dormir, relaxa e induz ao sono profundo.

Óleo de Coco – utilizada no mundo todo como base para cosméticos e sabonetes. Ótimo pra pitta. Na índia é muito usado para queimaduras, eczemas e micoses pela sua propriedade anti-séptica. Nutre os pulmões e a pele, reduz as inflamações e ajuda muito a psoríase e eczemas.

Óleo de Amêndoa – É muito utilizado na Índia para crianças e idosos, têm propriedades mornantes e sabor doce. Muitas vezes é misturado com leite e usado como tônico pelos lutadores indianos. É bom para os músculos e pele, aumenta a vitalidade, bom para os rins, alivia as dores de tensões musculares. É expectorante e emoliente.

Óleo de Jasmim - Também muito utilizado na Índia pelas mulheres para nutrir e perfumar os seus cabelos, têm propriedades relaxantes é aromático. Alivia as tensões e stress.

 

 


História Ayurveda

massagemAyurveda é o nome dado à ciência médica desenvolvida na Índia há cerca de 5 mil anos, o que faz dele um dos mais antigos sistemas medicinais da humanidade. Ayurveda significa, em sânscrito, Ciência (veda) da vida (ayur). Continua a ser praticada regularmente na Índia e tem se difundido por todo o mundo como uma técnica respeitada de medicina tradicional.

A medicina ayurvédica é conhecida como a mãe da medicina, pois seus princípios e estudos foram a base para, posteriormente, o desenvolvimento da medicina tradicional chinesa, árabe, romana e grega.
Houve um intercâmbio de informações com o Japão, que tinha a mesma necessidade dos indianos: criar uma medicina barata para atender às suas populações muito pobres e gigantescas, por essa razão existe muito da medicina japonesa nos conceitos de ayurvédica. As duas desenvolveram técnicas muito eficientes e de baixo custo para o tratamento.

A doença, para a Ayurveda, é muito mais que a manifestação de sintomas desagradáveis ou perigosos à manutenção da vida. A Ayurveda, como ciência integral, considera que a doença inicia-se muito antes de chegar à fase em que ela finalmente pode ser percebida. Assim, pequenos desequilíbrios tendem a aumentar com o passar do tempo, se não forem corrigidos, originando a enfermidade muito antes de podermos percebê-la.

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